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Superendividados – Sedecon promove curso de educação financeira

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Superendividados - Sedecon promove curso de educação financeira — Imagem: Camara Municipal de Juiz de Fora
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O Serviço de Defesa do Consumidor (Sedecon), da Câmara Municipal de Juiz de Fora, promoveu nesta manhã, 28, das 9h às 12h, o curso de educação financeira promovido pelo Programa de Assistência ao Superendividado (PAS). Durante a manhã os participantes foram orientados para gerenciar as finanças e sair do superendividamento. O curso acontece uma vez ao mês com o intuito de fornecer aos participantes conhecimentos para gerenciar suas finanças de forma eficaz, tomar decisões e alcançar estabilidade financeira, além de capacitar as pessoas para criar um orçamento realista, priorizar gastos, investir e evitar dívidas.

A coordenadora do Sedecon e educadora financeira Luciana Santos, responsável pelo curso, explicou o conceito de superendividamento. “O superendividado é aquele que já tem cerca de 70% da sua renda comprometida. Nós atendemos pessoas nessas condições diariamente, negociamos suas dívidas, parcelamos, mas passam uns meses e a pessoa volta, porque ela não foi educada financeiramente”, lembrou a educadora, afirmando que o curso serve justamente para evitar que as pessoas retornem para a situação de endividamento. A coordenadora explicou que, ao combinar atendimento individualizado com educação financeira, o programa busca não apenas negociar dívidas, mas também abordar as causas subjacentes do superendividamento. “Iniciamos com uma terapia individual, que dura cerca de quatro sessões, para entendermos o motivo do superendividamento, pois sempre há uma causa que precisa ser descoberta para trabalharmos o emocional da pessoa. Sem esse trabalho de educação financeira, é provável que a pessoa retorne ao ciclo de dívidas após um curto período, por isso o programa faz esse trabalho de educação financeira para garantir uma recuperação”. A estudante Bárbara Ariel Azarias Riani participou pela primeira vez do curso e contou que algumas mudanças iniciaram em sua casa. “Eu e minha mãe fizemos uma reunião e temos um propósito de colocar um valor na poupança. A gente não tem uma reserva ainda, e queremos diminuir os gastos e evitar as compras de aplicativos”, disse. Luciana apresentou aos alunos que somente 40% dos brasileiros investem regularmente, mais da metade da população brasileira ainda não tem acesso ou não se sente confortável em investir seu dinheiro. A falta de conhecimento é um dos principais obstáculos para que mais pessoas invistam. “O mais importante é a organização financeira, saber como gerir seus ganhos. A maioria das pessoas trabalha, paga suas contas, mas não sabe iniciar uma poupança, um investimento”, falou. O consultor de vendas Ricardo Silva procurou os serviços do Sedecon para ajudar a pagar suas dívidas. Durante um atendimento ele foi encaminhado para o Programa de Assistência aos Superendividados. “Eu nunca tive acesso a um curso de educação financeira. Poder estar aqui hoje e ter acesso gratuito a esse conhecimento vai me ajudar a pagar minhas dívidas. Administrar as poupanças já é difícil, sem conhecimento, então, é praticamente impossível. Para mim educação financeira é algo que todos precisam saber”. Luciana Santos finalizou dizendo que o Brasil ainda ocupa a 74ª posição no ranking mundial de países que têm educação financeira. Isso significa que o país está muito abaixo da necessidade para formar uma consciência de poupança. Serviços O horário de atendimento do Sedecon é de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, no térreo do Centro Administrativo da Câmara Municipal (Rua Marechal Deodoro, nº 722, Parque Halfeld). Caso precise tirar dúvidas com a equipe do Sedecon, envie mensagem pelo número de WhatsApp (32) 99183-2872. Assessoria de Imprensa: 3313-4700 (ramal: 4734)

A coordenadora do Sedecon e educadora financeira Luciana Santos, responsável pelo curso, explicou o conceito de superendividamento. “O superendividado é aquele que já tem cerca de 70% da sua renda comprometida. Nós atendemos pessoas nessas condições diariamente, negociamos suas dívidas, parcelamos, mas passam uns meses e a pessoa volta, porque ela não foi educada financeiramente”, lembrou a educadora, afirmando que o curso serve justamente para evitar que as pessoas retornem para a situação de endividamento.

A coordenadora explicou que, ao combinar atendimento individualizado com educação financeira, o programa busca não apenas negociar dívidas, mas também abordar as causas subjacentes do superendividamento. “Iniciamos com uma terapia individual, que dura cerca de quatro sessões, para entendermos o motivo do superendividamento, pois sempre há uma causa que precisa ser descoberta para trabalharmos o emocional da pessoa. Sem esse trabalho de educação financeira, é provável que a pessoa retorne ao ciclo de dívidas após um curto período, por isso o programa faz esse trabalho de educação financeira para garantir uma recuperação”.

A estudante Bárbara Ariel Azarias Riani participou pela primeira vez do curso e contou que algumas mudanças iniciaram em sua casa. “Eu e minha mãe fizemos uma reunião e temos um propósito de colocar um valor na poupança. A gente não tem uma reserva ainda, e queremos diminuir os gastos e evitar as compras de aplicativos”, disse. Luciana apresentou aos alunos que somente 40% dos brasileiros investem regularmente, mais da metade da população brasileira ainda não tem acesso ou não se sente confortável em investir seu dinheiro. A falta de conhecimento é um dos principais obstáculos para que mais pessoas invistam. “O mais importante é a organização financeira, saber como gerir seus ganhos. A maioria das pessoas trabalha, paga suas contas, mas não sabe iniciar uma poupança, um investimento”, falou.

O consultor de vendas Ricardo Silva procurou os serviços do Sedecon para ajudar a pagar suas dívidas. Durante um atendimento ele foi encaminhado para o Programa de Assistência aos Superendividados. “Eu nunca tive acesso a um curso de educação financeira. Poder estar aqui hoje e ter acesso gratuito a esse conhecimento vai me ajudar a pagar minhas dívidas. Administrar as poupanças já é difícil, sem conhecimento, então, é praticamente impossível. Para mim educação financeira é algo que todos precisam saber”. Luciana Santos finalizou dizendo que o Brasil ainda ocupa a 74ª posição no ranking mundial de países que têm educação financeira. Isso significa que o país está muito abaixo da necessidade para formar uma consciência de poupança.

Serviços

O horário de atendimento do Sedecon é de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, no térreo do Centro Administrativo da Câmara Municipal (Rua Marechal Deodoro, nº 722, Parque Halfeld). Caso precise tirar dúvidas com a equipe do Sedecon, envie mensagem pelo número de WhatsApp (32) 99183-2872.

Assessoria de Imprensa: 3313-4700 (ramal: 4734)

Fonte e créditos

Fonte: Camara Municipal de Juiz de Fora

Autoria original: Câmara Municial de Juiz de Fora

Publicação original: Acessar conteúdo na fonte ↗

Licença/condição: Creative Commons Atribuição-SemDerivações 3.0 Não Adaptada ↗

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