Uma mulher de 23 anos sofreu disparos dentro de uma residência no bairro Progresso, em Juiz de Fora, na quinta-feira (10 de setembro). Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) acionou uma equipe após receber informações sobre tiros no imóvel.
De acordo com relatos de familiares aos policiais, o ex-companheiro da vítima entrou na residência e seguiu até o quarto onde ela estava. Em seguida, ainda segundo os parentes, ele efetuou os disparos contra a mulher.
A PM informou que quatro disparos atingiram a vítima. Conforme o registro da corporação, ela apresentava ferimentos no tórax, na axila, na nádega e no ombro direito. Além disso, a Polícia Militar confirmou que a mulher tinha medida protetiva.
Familiares tentaram conter o suspeito
Logo após os disparos, familiares tentaram impedir a fuga do homem. No entanto, conforme os relatos repassados à PMMG, ele conseguiu escapar.
Durante a fuga, o suspeito danificou uma porta nos fundos da residência. Depois disso, seguiu em direção a um lote vago próximo ao imóvel.
Por isso, os policiais iniciaram diligências na região. As equipes verificaram o terreno citado pelos familiares e também percorreram possíveis caminhos utilizados durante a fuga. Entretanto, a PM não encontrou o suspeito até o encerramento da ocorrência.
A corporação registrou o caso e encaminhou as informações para as providências da Polícia Judiciária.
SAMU levou vítima consciente ao HPS
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também prestou atendimento à mulher. Segundo o órgão, a ocorrência aconteceu na Rua Augusto Stroppa, no Progresso, por volta das 19h31.
O SAMU informou que encontrou a paciente lúcida e orientada. A equipe prestou os primeiros atendimentos e, posteriormente, levou a mulher ao HPS.
No relatório do serviço de urgência, a paciente apresentava lesões no tórax, na região axilar e na coxa direita. Nesse último ferimento, o SAMU identificou entrada e saída do projétil.
Já conforme as informações da PMMG, a vítima chegou ao hospital consciente e com sinais vitais presentes. Além disso, ela permaneceu em procedimento cirúrgico até o encerramento do registro policial. Naquele momento, não havia informação médica definitiva sobre o estado clínico da mulher.