Foto: João Gabriel
A Associação das Empresas de Transporte de Passageiros de Juiz de Fora (Astransp) alterou os locais de atendimento relacionados ao cartão Moov, utilizado no transporte público da cidade. A partir de agora, os usuários devem realizar a compra de créditos, a troca e a solicitação do cartão apenas na sede da entidade ou por meio do atendimento on-line.
Além disso, a Astransp encerrou a venda de créditos nas unidades do Departamento de Informação Geral e Atendimento (Diga) e também nos pontos de revenda localizados na região central de Juiz de Fora. Segundo a entidade, a mudança integra o novo sistema de bilhetagem eletrônica implantado em 2024.
De acordo com a Astransp, a medida busca ampliar a modernização dos serviços e oferecer mais praticidade e autonomia aos usuários do transporte coletivo.
Atendimento passa a ficar concentrado em dois canais
Com a alteração, os serviços relacionados ao cartão Moov ficam disponíveis apenas na sede da Astransp, localizada na Rua Espírito Santo, 296, no bairro Poço Rico, e também pelo atendimento virtual.
No canal digital, os usuários podem adquirir créditos, esclarecer dúvidas e solicitar o bloqueio do cartão credencial quando necessário. O atendimento ocorre por meio do WhatsApp, no número (32) 99813-8021.
Entretanto, a utilização do serviço on-line inclui uma taxa de conveniência de R$ 3,75.
Sede da Astransp mantém atendimento presencial
Enquanto isso, o atendimento presencial continua disponível na sede da Astransp. O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. No entanto, a distribuição de senhas acontece até as 17h30.
Além disso, a primeira via do cartão segue gratuita para os usuários que procurarem a agência, conforme informou a entidade.
Prefeitura comenta decisão
Por outro lado, a Prefeitura informou que a decisão partiu exclusivamente da Astransp. Segundo a Administração Municipal, a medida ocorreu sem participação ou solicitação do Município.
Ainda conforme a Prefeitura, os pontos de atendimento permanecem disponíveis caso a entidade decida retomar os serviços futuramente. Por fim, a Administração destacou que o contrato vigente não permite ao Município determinar a manutenção desse modelo de atendimento.