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Depois de mais de duas décadas longe dos palcos de Juiz de Fora, o escritor, filósofo contemporâneo e músico Fausto Fawcett retorna à cidade neste sábado (30 de maio), às 20h, com a turnê “Animakina”. A apresentação acontece no Teatro Paschoal Carlos Magno e promete unir música, imagem e performance em uma experiência audiovisual dançante.
Além de Fausto Fawcett, o espetáculo reúne nomes ligados à cena cultural de Juiz de Fora. Jodele Larcher assina a direção geral e os visuais, enquanto Paulo Beto participa da direção musical, das guitarras e das programações. Já Lucília Coelho responde pela produção do evento. O grupo ainda conta com o músico paulistano Mari Crestani no baixo, no sax e nos vocais.
Durante o show, Fausto Fawcett apresenta músicas conhecidas do público, como “Kátia Flavia, a godiva do Irajá”, “Rio 40 graus” e “Básico instinto”. Além disso, o repertório inclui canções dos trabalhos mais recentes, “Pesadelo ambicioso” (2026) e “Favelost” (2024).
O espetáculo também revisita faixas dos álbuns “Fausto Fawcett e os robôs efêmeros” (1987), “Império dos sentidos” (1989) e “Básico instinto” (1993). Em “Grito motor”, do álbum “Pesadelo ambicioso”, o artista ainda faz referência a Juiz de Fora.
Os ingressos seguem à venda pela plataforma Sympla. A produção do evento é da Inova.TV, de Lucília Coelho.
“Animakina” mistura imagens e música ao vivo
Responsável pelo retorno de Fausto Fawcett ao fonograma com “Favelost” (2024), Jodele Larcher explicou a proposta visual da apresentação. Segundo ele, “Animakina” funciona como um organismo visual criado em tempo real por diferentes artistas.
De acordo com Jodele, o espetáculo utiliza mixers, câmeras e conteúdos produzidos por VJs, designers e motion artists. Entre os participantes do projeto aparecem os nomes VJ Eletroiman, Vini Fabretti, Bardini, Chico Abreu e 1mpar.
Pink Opake abre a programação da noite
Antes do show principal, a banda Pink Opake sobe ao palco para abrir a programação. O grupo reúne Paulo Beto, Mari Crestani e Tatiana Meyer, que participa nos vocais e sintetizadores.
A banda mistura post-punk, música eletrônica e ruído em apresentações minimalistas. Além disso, as letras abordam temas como feminismo, autoritarismo e tensão social.
O álbum “Matéria”, lançado em 2022 pelo selo Wave Records, marcou o início da trajetória do grupo. Desde então, a Pink Opake realizou apresentações em cidades do Brasil e também no exterior, incluindo eventos na França e em Portugal.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla: Sympla