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Funcionário é alvo de investigação após entregar atestado médico com indícios de falsificação em Juiz de Fora

Documento apresentado por um trabalhador de 37 anos levantou suspeitas durante uma conferência interna.

Foto: Pexels

A apresentação de um atestado médico com indícios de falsificação resultou na demissão de um trabalhador de 37 anos em Juiz de Fora. Além disso, o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

De acordo com informações registradas pela Polícia Militar (PMMG), o funcionário entregou à empresa um atestado em formato digital na terça-feira (1º de julho). Entretanto, durante a conferência do documento, a empresa identificou sinais de possível irregularidade.

Empresa realizou conferências antes de registrar o caso

Após a suspeita surgir, a empresa consultou um site utilizado para verificar a autenticidade de documentos médicos. Durante esse procedimento, encontrou inconsistências no arquivo apresentado. No entanto, o Boletim de Ocorrência (BO) não detalha quais foram essas irregularidades.

Além disso, outro funcionário procurou a médica que constava como responsável pela assinatura do atestado. Segundo o registro policial, ela informou que a validação eletrônica apresentada não era verdadeira. Ainda conforme o relato, a profissional afirmou que não realizou atendimento ao trabalhador na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte na data indicada.

Unidade de saúde também negou emissão do documento

Na sequência, a empresa entrou em contato com a unidade de saúde mencionada no documento. Conforme o registro, uma funcionária informou que o local não emite atestados médicos pela internet. Além disso, ela declarou que o trabalhador não recebeu atendimento naquela data.

Diante das verificações realizadas, a empresa decidiu desligar o funcionário.

Outros documentos também apresentaram características semelhantes

Segundo o Boletim de Ocorrência, outros atestados apresentados anteriormente pelo trabalhador possuíam características parecidas com o documento considerado irregular. Contudo, a empresa informou que ainda não confirmou a falsidade de todos eles.

Enquanto isso, a Polícia Civil informou que o caso permanece sob investigação na 1ª Delegacia de Juiz de Fora. O órgão acrescentou que novas informações serão divulgadas no momento oportuno para não comprometer o andamento das apurações.

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